Prefeitura Municipal de Congonhas

Você sabia?
Imprimir Email

Institucional

Infestação do mosquito da dengue tem nível baixo em Congonhas

por Secom

15/03/2017 16:04

O Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), realizado nos últimos dias 6 e 7 em Congonhas, apontou para um Índice de Infestação Predial de 0,7%, considerado de baixo risco pelo Ministério da Saúde. Valores entre 1% a 3,9% são considerados de médio risco e, acima disso, alto risco. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira, 15, na 31ª reunião do Comitê Municipal de Combate à Dengue, que aconteceu no Auditório da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Durante o encontro, também foram apresentados o cenário epidemiológico da febre amarela em Minas Gerais e o plano de contingência para o enfrentamento da dengue, Chikungunya e Zika Vírus em 2017. Entre janeiro e março, foram notificados 45 casos de dengue no Município, sendo que três foram confirmados.

O LIRAa é realizado pelos agentes de combate às endemias, que investigam os focos de infestação e fazem o levantamento dos criadouros predominantes. Com base nesses dados, é definido o Índice de Infestação Predial, que possibilita a intensificação das ações de combate à dengue nos locais com maior presença do mosquito Aedes aegypti. Foram fiscalizados 743 imóveis e encontrados oito focos positivos do Aedes aegypti.

Dos 31.400 imóveis cadastrados em Congonhas, somente 15% não foram vistoriados. Antes, este número chegava a 34%. Segundo a agente de combate às endemias, Fátima Oliveira, o trabalho e a relação com a população melhoraram. "Estamos sendo bem recebidas pelos moradores. Está muito mais tranquilo", diz.

Plano de Contingência

O Governo Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, elaborou ações de combate à dengue, Chikungunya e Zika Vírus para este ano. Entre os objetivos estão: organizar estratégias de prevenção e controle da dengue; promover assistência adequada ao paciente; capacitar profissionais; e fortalecer a articulação entre as áreas e serviços envolvidos no enfrentamento das doenças.

O Governo Municipal já vem realizando o trabalho de prevenção, com aplicação do Ultrabaixo Volume (UBV) pesado, tratamento que serve para bloquear o ciclo do mosquito, e mobilizando a população. Já as agentes preventivos da dengue e de saúde trabalham para conscientizar os moradores, realizando visitas em domicílios, terrenos baldios, comércio, imóveis em construção, entre outros, e fazem o tratamento químico nas residências, com aplicação do larvicida.

Febre amarela

Durante a reunião, também foi apresentado o cenário epidemiológico da febre amarela no estado. Até 15 de fevereiro, Minas Gerais contava com 208 casos confirmados da doença, segundo dados apresentados pela Sala de Situação da Secretaria Estado de Saúde.

Em Congonhas, que não está na área de risco, casos de febre amarela não foram notificados. Mais de 12 mil pessoas foram vacinadas entre janeiro a março. A vacina chegou, ainda, a 92% dos moradores das áreas rurais.

 



Matérias relacionadas

    Final do corpo do documento e conteúdo da página