{"id":391,"date":"2017-09-13T09:22:34","date_gmt":"2017-09-13T12:22:34","guid":{"rendered":"http:\/\/servidor.congonhas.mg.gov.br\/congonhas\/?p=391"},"modified":"2017-09-21T16:40:37","modified_gmt":"2017-09-21T19:40:37","slug":"restaurantes-e-outros-setores-do-comercio-multiplicam-venda-no-jubileu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.congonhas.mg.gov.br\/index.php\/restaurantes-e-outros-setores-do-comercio-multiplicam-venda-no-jubileu\/","title":{"rendered":"Restaurantes e outros setores do com\u00e9rcio multiplicam venda no Jubileu"},"content":{"rendered":"<p>Nestes 260 anos da origem da devo\u00e7\u00e3o ao Bom Jesus de Matosinhos, Congonhas se transforma neste per\u00edodo do ano. Atualmente com 52 mil habitantes, a cidade recebe um n\u00famero de romeiros e ambulantes que chega a quatro vezes o de sua popula\u00e7\u00e3o. Toda esta movimenta\u00e7\u00e3o aquece os neg\u00f3cios em hot\u00e9is, pousadas e pens\u00f5es, restaurantes, lanchonetes, lojas de artesanato, farm\u00e1cias, padarias, estacionamentos, supermercados, entre outros estabelecimentos. Al\u00e9m disso, possibilita aos moradores alugarem im\u00f3veis, parte deles ou simplesmente a frente de suas casas para ambulantes tamb\u00e9m comercializarem seus produtos. Muitos congonhenses aproveitam a ocasi\u00e3o para servirem caf\u00e9 com quitanda ou mesmo marmitex aos visitantes e complementar a renda familiar. Esta oportunidade anual de faturamento de um dinheiro extra ganha maior import\u00e2ncia nestes \u00faltimos anos em que a economia brasileira passa por forte retra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Sr. Ant\u00f4nio Nascimento, da loja de artesanato Artes Mineiras, no Beco dos Canudos, diz que o Jubileu proporciona melhores vendas do que os demais per\u00edodos festivos do ano. \u201cEm 2017 est\u00e1 muito melhor do que nos anos anteriores. Eu nunca vi um Jubileu t\u00e3o bom quanto este para vendas aqui. Tive at\u00e9 de pedir um refor\u00e7o de mercadorias. Os romeiros gostam muito dos produtos da loja, eles gastam at\u00e9 mais do que o turista que \u00e9 atra\u00eddo pela cultura da cidade como um todo. Temos aqui panelas, forma de pizza, artigos religiosos, enfim artesanato regional. Esta festa acaba sendo boa para a cidade inteira, bares, farm\u00e1cias, supermercados e outros estabelecimentos tamb\u00e9m se beneficiam dela\u201d, sentencia.<\/p>\n<p>A AVACON (Associa\u00e7\u00e3o dos Vendedores Ambulantes de Congonhas) est\u00e1 sempre participando das festas do calend\u00e1rio oficial da cidade, como o Jubileu. Este ano, a entidade possui nove barracas na pra\u00e7a de alimenta\u00e7\u00e3o, instalada na Romaria. Romeiros e quem est\u00e1 trabalhando na festa tomam caf\u00e9, almo\u00e7am, jantam ou lancham no local. Al\u00e9m disso, outros nove associados comercializam bebidas em caixas de isopor pelas ruas da \u00e1rea do Santu\u00e1rio.<\/p>\n<p>Vaguinho, que mant\u00e9m durante o ano mant\u00e9m uma barraca na Feira do Produtor Rural, est\u00e1 na pra\u00e7a de alimenta\u00e7\u00e3o pela AVACON ao lado da fam\u00edlia e gera diversos empregos. \u201cFico emocionado com a oportunidade que a Prefeitura e a AVACON nos proporciona. S\u00e3o mais de 20 pessoas que est\u00e3o trabalhando comigo. Todos de Congonhas. E contamos com dez cantores de voz e viol\u00e3o da cidade se apresentando aqui. Servimos tropeiro completo, pastel, tudo preparado com ingredientes selecionados pelas minhas filhas, meu filho e minha esposa. O Jubileu movimenta muito a economia da cidade\u201d, diz. A presidente da AVACON, Iolanda Cintia de Rezende, e o irm\u00e3o Maur\u00edlio Pinto s\u00e3o outros ambulantes que servem refei\u00e7\u00f5es na Romaria neste per\u00edodo.<\/p>\n<p>O restaurante Casa da Ladeira est\u00e1 incrustado, h\u00e1 20 anos, no cen\u00e1rio do Santu\u00e1rio, local de muitos eventos como a Copa Internacional de Mountain Bike, Semana Santa e o Jubileu. Especificamente nos dias desta celebra\u00e7\u00e3o religiosa, a propriet\u00e1ria Ros\u00e2ngela Vartuli faz uma adapta\u00e7\u00e3o no card\u00e1pio para atender o turista religioso. \u201cDurante todo o ano, inclusive durante outros eventos, recebemos aqui, al\u00e9m de congonhenses, o turista cultural. No Jubileu, quem vem \u00e9 o romeiro, que, em sua maioria, \u00e9 uma pessoa mais simples. Ent\u00e3o preparamos um card\u00e1pio com o qual est\u00e1 acostumado e mais em conta com arroz, feij\u00e3o, frango, macarr\u00e3o, angu e farofa, por exemplo. No Jubileu vendemos tr\u00eas vezes mais que o normal. O mesmo ocorre com outros restaurantes, lanchonetes, farm\u00e1cias e outros estabelecimentos, o que traz benef\u00edcios para toda a cidade\u201d, refor\u00e7a o que outros comerciantes j\u00e1 haviam afirmado.<\/p>\n<p>Em meio a incont\u00e1veis barracas e local de passagem de uma constante prociss\u00e3o de romeiros e moradores da cidade, O Restaurante Taberna Casa Nativa, na Ladeira Bom Jesus, funciona de 7h \u00e0 meia noite. A propriet\u00e1ria Zoraide Marinho calcula que, durante o Jubileu, o movimento aumenta cerca de 90%. \u201cNosso p\u00fablico \u00e9 formado por romeiros que v\u00eam pessoalmente o os barraqueiros que mandam buscar o marmitex aqui. Tem caravanas que v\u00eam aqui sem falta nesses 20 anos em que as portas est\u00e3o abertas\u201d, diz Zoraide. O marido dela, Marco Ant\u00f4nio, diz que o Jubileu ajuda muito a economia da cidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nestes 260 anos da origem da devo\u00e7\u00e3o ao Bom Jesus de Matosinhos, Congonhas se transforma neste per\u00edodo do ano. Atualmente com 52 mil habitantes, a cidade recebe um n\u00famero de romeiros e ambulantes que chega a quatro vezes o de sua popula\u00e7\u00e3o. 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