Bate-papo sobre aposentadoria reuniu servidores municipais
5 de junho de 2019
Servidores públicos já aposentados se reuniram com aqueles que estão na eminência de se aposentar para trocar experiências e conversar sobre os mitos e os pontos positivos da aposentadoria. Realizado nesta quarta-feira, 5, no Museu de Congonhas, durante o 1º Encontro para Pré-aposentados, o bate-papo foi promovido pela Prefeitura, por meio do Departamento de Recursos Humanos. A próxima reunião já tem data marcada: será no dia 10 de julho, com o tema Educação Financeira.
O evento contou com a participação das servidoras municipais aposentadas Maria do Perpétuo Socorro Gama e Márcia Amélia de Souza Carvalho, da servidora do Departamento Jurídico da Previdência do Município de Congonhas (PREVECON), Surama Pimentel Ferreira, e do procurador do município, Reginaldo Max. O público fez perguntas e tirou suas dúvidas.
Diariamente, servidores públicos municipais procuram o PREVCON para buscar informações sobre aposentadoria, de acordo com o procurador do município Reginaldo Max, que percebeu, ainda, um ponto em comum entre eles: o receio de se aposentar. “Para muitos, felizmente, a aposentadoria se torna um presente. Para outros, acaba se tornando mais uma dificuldade. O objetivo aqui é tentar entender quais são os efeitos, prevenir consequências e tentar entender, de fato, se há vida após a aposentadoria ou não. A aposentadoria não é o fim, na verdade é o começo de uma nova fase”, disse.
Após 30 anos de dedicação à educação do município, a professora Maria do Perpétuo Socorro Gama se aposentou em um momento delicado de sua vida, quando lutou contra um câncer. No entanto, para ela, a aposentadoria foi ótima. “Foi a melhor coisa da minha vida. Cumpri muito bem minha função. Se vocês têm tempo, se aposentem. Vocês já deram tudo na vida. Para mim, foi um presente. Eu estou muito bem”, destacou, contando que após se desligar do trabalho, começou outras atividades, como costura e artesanato.
Outra servidora que passou mais de 30 anos se dedicando ao município é a professora Márcia Amélia de Souza Carvalho, que hoje, aposentada, leva uma vida mais tranquila e repleta de outras atividades, como a pintura. “Aposentar é muito melhor que trabalhar. Sempre tive a preocupação de trabalhar bem, de fazer bem aquilo que foi proposto a mim. Cada período da nossa vida é uma fase e nós temos que passar por ela, não podemos ter medo. O medo tem que existir, mas existir para nos dar um tapa e mudarmos de fase”, pontuou.
