Semana de Valorização reforçou a importância do Patrimônio Histórico de Congonhas
23 de agosto de 2022A Prefeitura Municipal de Congonhas, por meio da Lei Municipal n°3.782/2018, alterada pela Lei n°4.067/2022, realizou a Semana de Valorização do Patrimônio Histórico Cultural de 2022, de 16 a 21 de agosto.
Os eventos tiveram foco no patrimônio material e, pela primeira vez, nos patrimônios imateriais, difundidos entre oficinas escolares, oficinas externas através de entidades parceiras, como a Fundação CSN, IPHAN, Circuito do Ouro, Associação das Cidades Históricas de MG e o Instituto Histórico e Geográfico de Congonhas.
A Semana englobou apresentações musicais e teatrais, utilização dos espaços históricos e coletivos na sede municipal e nos distritos de Lobo Leite e Alto Maranhão.
Na última sexta-feira (19), na Escola Municipal Maria Batista, na Vila Marques, aconteceu a oficina “Memórias afetivas – quitandas e histórias”. Na pista de skate da Rodoviária a apresentação de dança de rua chamou a atenção de quem passava pelo local.
No sábado (20), na Escola Municipal Michael Pereira de Souza, a oficina “Programa Arte na Escola – Projetos sobre o patrimônio” engrandeceu a Semana de Valorização do Patrimônio Histórico Cultural. Posteriormente, no adro da Igreja de Nossa Senhora da Soledade a apresentação do grupo Viola ao Vento encantou o público. Na noite de sábado, no Museu de Congonhas, a Banda Carpiah se apresentou com um repertório repleto de rock rural.
No domingo (21), para finalizar a semana com chave de ouro, as apresentações começaram com o grupo Viola ao Vento, desta vez na Igreja Nossa Senhora da Ajuda e terminou com a sirenata das igrejas históricas de Congonhas para reforçar a valorização do toque dos sinos.
O evento foi uma realização da Prefeitura de Congonhas, por meio das Secretarias de Educação (Semed), de Planejamento e Gestão (Seplag) e Cultura, Esporte, Lazer, Turismo e Eventos (Seculte),com o apoio da Fumcult, em parceria com a Associação das Cidades Históricas de Minas Gerais, o Circuito Turístico do Ouro, o Instituto Histórico e Geográfico de Congonhas e a UNESCO.
Por Letícia Tomaino – Comunicação – Prefeitura de Congonhas
Fotos: Raphael Dias
