DESTAQUE EM CONGONHAS

Álbuns dedicados à música sacra antiga marcaram a trajetória do Coral Cidade dos Profetas

8 de maio de 2018

Em 30 anos de atuação, o Coral Cidade dos Profetas se apresentou em diversas cidades mineiras, adquirindo o reconhecimento do público e valorizando a arte sacra. Esse trabalho culminou na gravação de dois álbuns. Em 2012, o coro gravou o primeiro CD, dedicado à obra de um dos maiores compositores brasileiros do período colonial, José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (1746-1805). Em 2017, o grupo lançou “Mestres do Colonial Mineiro”, que conta com relíquias escritas no século 18. O terceiro trabalho, intitulado de “Louvor à Virgem Maria”, será lançado em breve

O primeiro disco reuniu algumas das mais belas obras de Lobo de Mesquita, como “Missa em Fá Maior”, “Matinas de Sexta-feira – Noturno N° 2” e “Salve Regina”. Para o lançamento da obra, o grupo realizou concertos em igrejas de Congonhas, São Brás do Suaçuí e Belo Horizonte.

“Tivemos muito retorno e reconhecimento com a gravação do álbum. Começamos a receber convites para cantarmos em muitos lugares e para abrir concertos de musica colonial”, ressalta o maestro José Herculano Amâncio.

Já o “Mestres do Colonial Mineiro”, é composto por cinco gravações festivas, que revela pérolas com poucos registros fonográficos, como é o caso do Stabat Mater, escrito por J.J. E Lobo de Mesquita. No repertório ainda estão: Matinas de Natal – Compositor não identificado, Século XVIII, 30´00’’ de gravação; Ofertório de Nossa Senhora da Assunção – Compositor não identificado, Século XVIII; Stabat Mater – J.J.E Lobo de Mesquita 1746-1805, 5’40’’ de gravação; Maria Mater Gratiae – Marcos Coelho Neto 1740-1806, 3’30’’ de gravação; e Magnificat – Manoel Dias de Oliveira – 1735-1813 6´15’’ de gravação.