DESTAQUE EM CONGONHAS

Entre ruas, praças e palcos, Congonhas se fez cultura em cada canto durante o Festival de Inverno 2025

3 de agosto de 2025

Durante 23 dias, Congonhas viveu uma verdadeira imersão cultural com a realização do Festival de Inverno 2025. De 11 de julho a 2 de agosto, a cidade histórica se transformou em um grande palco com programações que valorizaram a diversidade artística, fortaleceram a economia criativa e levaram milhares de pessoas a vivenciar experiências culturais em espaços como a Romaria, Praça JK, Praça de Eventos, Teatro Dom Silvério, Ladeira Histórica e Museu de Congonhas.

Com uma programação gratuita, plural e inclusiva, o festival reuniu artistas locais e atrações consagradas em áreas como música, teatro, dança, literatura, audiovisual e manifestações populares. O encerramento ficou por conta da banda Chama o Síndico, que levou irreverência e clássicos de Tim Maia e Jorge Ben Jor ao público, e do cantor Diogo Nogueira, que fez uma apresentação empolgante recheada de hits como “Clareou”, “Pé na Areia”, “Não Deixe o Samba Morrer” e “Pureza da Flor”. Com muito samba, animação e até momentos de gafieira e balé no palco, o público cantou junto e celebrou a cultura em grande estilo na Praça de Eventos.

O cantor não poupou elogios à cidade: “É sempre uma honra estar em Minas Gerais, um lugar que respira cultura. Congonhas tem um povo acolhedor e um festival como esse é essencial para manter viva a nossa identidade, levando arte para todos.”

Um festival para todos os públicos

A edição 2025 apostou em inovações e fortaleceu seu papel social. Segundo o secretário de Cultura, Pedro Cordeiro, o evento foi pensado para atender diferentes públicos e realidades, com novidades como uma noite exclusiva para o forró, a batalha de slam no Museu de Congonhas, a apresentação de orquestra sinfônica na Romaria e o Cortejo Cultural na abertura oficial.

“Pela primeira vez tivemos um dia inteiro só para as crianças, com oficinas, shows e atividades lúdicas. O Palco Aberto com a Fundação Clóvis Salgado, realizado na Romaria, também foi uma experiência maravilhosa, com atividades para tirar os pequenos das telas e colocar a mão na massa”, destacou.

Outro destaque foi o palco “Pé da Ladeira”, que além de reunir apresentações de bandas locais em um ambiente aconchegante com carpete gigante e clima típico das noites de inverno mineiras, também movimentou a Ladeira Criativa (projeto do governo municipal voltado para o fomento à economia criativa). A iniciativa gerou renda para artistas, artesãos, ambulantes e entidades sociais, em articulação com as secretarias de Cultura, Desenvolvimento Econômico, Desenvolvimento Social e Esportes.

“Esse festival é o retrato do que esse governo é capaz de fazer quando atua de forma integrada. Recebemos artistas locais, regionais e nacionais, promovemos lançamentos de livros, rodas de conversa sobre cultura e apresentações acadêmicas. E, acima de tudo, oferecemos uma programação de qualidade para toda a população”, avaliou.