Foliões e músicos aprovaram o Circuito do Samba e Pagode
25 de fevereiro de 2020Sucesso é a melhor palavra pra definir o Circuito do Samba e Pagode, idealizado pela Comissão Organizadora do Carnafolia 2020 para atrair os foliões mais cedo para a festa, que, assim, termina mais cedo e faz cair o já baixíssimo índice de violência da festa em Congonhas.
Sábado, o samba rolou perto do Empório da Baviera e do antigo Restaurante do Múcio na av. Marechal com a Banda Pagode do Queixinho.
No domingo, foi a vez do trecho da av. JK entre a esquina da rua da Saudade e esquina da rua Padre Alcides, onde se apresentou a Banda Junto e Misturado.
Na segunda-feira, a Banda Alphalux driblou a chuva e levou bastante gente à praça JK.
E nesta terça, centenas de foliões, muitos deles fantasiados, curtiram muito a novidade e o Grupo Nó na Madeira, em frente a outra pracinha da Marechal, que fica na altura do Beira Rio.
Amante de Carnaval, Maria Lúcia Cardoso, do Centro, compareceu a todos os pontos do Circuito do Samba e Pagode e deu seu depoimento enquanto o Grupo Nó na Madeira oferecia vários bis ao público nesta terça. “Eu achei maravilhoso esse Carnaval durante o dia, que dá tranquilidade e segurança para as famílias virem para a rua. Tem muita banda boa em Congonhas e região e esse circuito valoriza a ‘prata da casa’. Parabéns ao prefeito Zelinho e a sua equipe pela iniciativa”, disse. A chuva também colaborou, porque só caiu no final da apresentação.
Renato Santos, que forma a Banda Alphalux com outros professores e ex-alunos da escola de música IMRS, aprovou a iniciativa da Prefeitura. Após já ter tocado nos carnavais de Jeceaba e Entre Rios de Minas, eles estrearam no Carnafolia. “Esse Circuito do Samba abre mais espaço e mais cedo para o público do Quarteirão do Samba, que gosta de apreciar samba, pagode, Funk Soul e Samba Rock. A galera está precisando ouvir música boa, do seio do Brasil, e mais cedo vêm mais criança, jovens e famílias, sem nem pensar em violência”, testemunha.



