Orgulho Congonhense: modelo Rafael Lima embarca para Dubai e leva o nome da cidade ao cenário internacional
28 de agosto de 2025Aos 18 anos, o congonhense Rafael Lima vive um dos maiores desafios e realizações de sua carreira: trabalhar como modelo em Dubai. A oportunidade representa um passo importante para consolidar seu nome no mercado internacional da moda e, ao mesmo tempo, levar as raízes de Congonhas para o mundo.
Apesar da pouca idade, o jovem já acumula uma trajetória marcada por mudanças e decisões ousadas. Inicialmente, ele tinha como objetivo cursar Medicina, mas no final do Ensino Médio decidiu se mudar para São Paulo para investir no teatro musical. Foi nesse período que a moda surgiu de forma inesperada. “Desde muito novo eu já me interessava por arte e expressão, mas a moda entrou na minha vida de forma inesperada. Eu tinha certeza que faria Medicina, mas algo mudou e decidi buscar meus sonhos”, conta.
O início, no entanto, não foi fácil. Ele enfrentou o chamado “golpe do book”, situação em que agências prometem oportunidades e visibilidade, cobram valores altos e não entregam o prometido. “Foi assustador, até porque minha mãe já havia sido modelo e me alertava sobre as dificuldades do mercado”, relembra.
Mesmo assim, o modelo persistiu. Em pouco tempo, recebeu propostas internacionais e participou de trabalhos relevantes, como uma campanha para o São Paulo Futebol Clube e sessões fotográficas com profissionais renomados. Seu agente focou desde o início na preparação para o mercado externo, conciliando a moda com os estudos em teatro musical.
A ida para Dubai surgiu após uma mudança de planos. “Eu estava com viagem marcada para outro destino, mas não estava 100% satisfeito. Senti que minha agência não acreditava no meu potencial como eu gostaria. Felizmente, pessoas que acreditaram em mim me conectaram com o mercado de Dubai. Inicialmente seria apenas um trabalho de uma semana, mas acabaram fechando um contrato maior”, explica.
Para a nova fase, Rafael se preparou fisicamente, ajustando treino e alimentação, e também emocionalmente, ciente das exigências culturais e da disciplina necessária para viver fora do país. “Levar o nome de Congonhas para o mundo é mostrar que sonhos não têm fronteiras. Quero inspirar jovens da minha cidade a acreditar que é possível conquistar espaços que pareciam distantes”, afirma.
Questionado sobre o que mais sentirá falta durante a temporada fora, ele é enfático: “Do abraço da minha família, daquele aconchego e segurança que só se sente perto de quem a gente ama”.
Aos jovens que sonham seguir na moda, ele deixa um conselho realista: “Acredite no seu potencial e trabalhe muito. Moda não é só glamour; exige disciplina, paciência e evolução constante. Cada passo, por menor que pareça, conta”.
Com um contrato promissor e planos de carreira internacional, Rafael encara Dubai não como um destino temporário, mas como o início de uma trajetória que pretende ir muito além. “Esse é só o começo de tudo que ainda quero alcançar, mas já sou grato por ter chegado até aqui”, finaliza.
Por Secretaria de Comunicação/Prefeitura de Congonhas
