Prefeitura de Congonhas dá início ao processo para construção do viveiro urbano
13 de agosto de 2020Depois de avaliar o projeto e a demanda da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA), o prefeito Zelinho autorizou a finalização do projeto e construção do Viveiro Urbano Municipal.
O projeto foi contemplado com recursos do Fundo Municipal de Meio Ambiente, originados em sua maioria de uma multa aplicada à empresa Ferrous Ressources, que, recentemente, adquirida pela Vale, optou por depositar o dinheiro na íntegra para que a Prefeitura realizasse por conta própria a construção.
O Viveiro Urbano de Congonhas será um ponto de apoio e extensão dos trabalhos de educação ambiental e desenvolvimento florestal da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Ele contará com uma estufa de mudas, uma casa de sombras e espaço para desenvolvimento de pesquisas da flora, além do escritório de apoio que possui características e elementos de bioarquitetura, fazendo uso de tijolos de adobe, madeira reflorestada e telhado verde.
A estrutura vai possibilitar ampliar e consolidar os trabalhos relacionados às políticas florestais e de arborização urbana, coleta seletiva e educação ambiental que são desenvolvidos pela Diretoria de Gestão Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente.
O local também abrigará o “Banco Ecológico”, um ponto de apoio onde será realizado o câmbio de mudas nativas e adubos de compostagem por materiais recicláveis, além da troca destes materiais por “figurinhas” do programa de educação e comunicação ambiental Ecolecione, que será lançado entre setembro e outubro de 2020.
Em fase inicial de elaboração do projeto executivo, o viveiro deverá ser concluído até dezembro deste ano. O projeto arquitetônico foi desenvolvido sob coordenação da SEMMA e idealização do servidor e arquiteto urbanista, Douglas Montes Barbos, da Secretaria de Planejamento da Prefeitura, elogiado pelo conceito inovador e aspectos ecológicos do projeto, superando as expectativas da SEMMA.
O viveiro será construído numa área da Prefeitura com cerca de 900 m², localizado à rua Valdir Cunha, ao lado do Ministério Público do Estado de Minas Gerais. Desta forma, será feito um melhor aproveitamento daquele espaços público, que tem sofrido invasão e se transformado em depósito irregular de lixo.


