DESTAQUE EM CONGONHAS

Setembro Amarelo envolveu Prefeitura e comunidade na prevenção do suicídio

2 de outubro de 2019

O Setembro Amarelo chegou ao fim em Congonhas, promovendo reflexões e mobilizando a população com atividades voltadas à prevenção do suicídio. Mas essa ação acontece durante o ano inteiro. A Prefeitura oferece uma rede de apoio àqueles que precisam de ajuda, envolvendo várias áreas, como saúde, assistência social, educação e esporte.

Durante todo o mês, foram realizadas palestras sobre a valorização da vida, rodas de conversa com a comunidade e atividades culturais e esportivas. Ações também aconteceram no Ambulatório de Saúde Mental, na Biblioteca Pública Municipal Djalma Andrade, no Centro de Atenção Psicossocial II (CAPS II), no Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Outras Drogas (CAPS AD), no Centro de Referência Psicossocial da Adolescência e Infância (CERPAI), nas unidades de saúde, no Hospital Bom Jesus e nos setores da Prefeitura, com apoio do Departamento de Recursos Humanos.

Outra novidade deste ano é que a campanha envolveu não só setores da Administração Municipal, mas também instituições religiosas, entidades não governamentais, comerciantes, artistas e outros voluntários. A comunidade se engajou e promoveu diversas iniciativas.

Paciente do CAPS II, A.R.C. aproveitou a programação e participou de uma roda de conversa sobre autoestima, além de dar um tapa no visual, com a ajuda de barbeadores voluntários. “Para mim foi ótimo, foi excelente. Foi uma demonstração de que o CAPS trabalha muito bem, que eles se preocupam com as pessoas que fazem o tratamento”, disse. Para ele, a mobilização do Setembro Amarelo vai ajudar muita gente.

Saber, agir e prevenir

O suicídio é um fenômeno complexo e de múltiplas determinações, que pode afetar indivíduos de diferentes origens, classes sociais, idades, orientações sexuais e identidades de gênero. Saber reconhecer os sinais de alerta em si mesmo ou em alguém próximo a você pode ser o primeiro e mais importante passo.

Os principais sinais de alerta são: diminuição do autocuidado, mudança repentina de humor, isolamento, preocupação com sua própria morte ou falta de esperança, expressão de ideias ou intenções suicidas.

Para ajudar uma pessoa sob risco de suicídio, alguns passos podem ser úteis. O primeiro é encontrar um momento apropriado e um lugar calmo para conversar e ouvir sem julgamentos. Sugira a linha sigilosa para apoio emocional, o CVV 188 (ligação gratuita). Também é importantes ficar em contato para acompanhar como a pessoa está se sentindo e o que está fazendo.

Buscar ajuda profissional é fundamental. Assim, ofereça companhia para ir até um serviço de saúde. Em Congonhas, o acolhimento é oferecido nas unidades básicas de saúde, nos centros de atenção psicossocial (CAPS AD e CAPS II), nos centros de referência de assistência social do Alvorada, Dom Oscar e Pires, no Centro de Referência Psicossocial da Adolescência e Infância e no Departamento de Recursos Humanos da Prefeitura. Em caso de emergência, procure o SAMU 192, a UPA 24h e o Hospital Bom Jesus.

Por fim, se há perigo imediato, não deixe a pessoa sozinha e assegure-se de que ela não tenha meios para provocar a própria morte (pesticidas, armas de fogo, medicamentos etc).

Telefones úteis

Centro de Valorização da Vida (CVV): ligação gratuita pelo 188 ou www.cvv.org.br.

Ambulatório de Saúde Mental: 3732-2335

CAPS AD: 3731-2412

CAPS II: 3732-2206

CERPAI: 3731-6474

Coordenação de PSF: 3731-3651

CRAS Dom Oscar: 3731-9699

CRAS Alvorada: 3731-6369

CRAS Pires: 3733-5179

CREAS: 3731-1283

Recursos Humanos: 3731-1300 – ramal 1232